Oi, eu sou o Guto Fernandes.
Eu já falhei. Miseravelmente, aliás. Não foi só uma vez, foram duas, e cada uma delas parecia dizer: “Amigo, empreender não é pra você”. Então, como qualquer pessoa sensata e exausta de apanhar da vida, enfiei o rabo entre as pernas e fui procurar estabilidade. Virei funcionário público. Um salário fixo, segurança… e zero paixão.
Estava decidido a nunca mais meter a cara nesse negócio de empreender. Até que minha esposa, Adriana, veio com um pedido simples: “Me ajuda a encontrar uma empresa pra fazer o site do meu negócio?” Claro, tranquilo. Liguei pra três empresas. Nenhuma respondeu. Zero. Era como se o universo estivesse me provocando. Então, em um daqueles momentos de “não pode ser tão difícil assim”, resolvi eu mesmo fazer o bendito site. E não é que deu certo? Tanto que dali nasceu minha primeira empresa de desenvolvimento de sites, que virou uma agência de marketing digital. Foi o primeiro tapa na cara da vida: talvez empreender fosse pra mim, afinal.
Mas aí vem o segundo. Passar dos 40 anos te faz questionar absolutamente tudo. Qual o meu propósito? O que eu estou deixando como legado? Será que estou usando meu potencial de verdade? Ou só empilhando boletos e tarefas sem fim? Foi nesse meio tempo, perdido em pensamentos e planilhas, que me deparei com a inteligência artificial. Não como uma dessas tecnologias assustadoras que parecem coisa de ficção científica, mas como uma ferramenta real, prática, que literalmente tirou o peso do mundo das minhas costas.
Antes da IA, minha vida era um looping infinito de tarefas repetitivas que drenavam minha energia e criavam uma distância cada vez maior entre mim e a minha essência. Eu, que sempre fui criativo, estratégico, cheio de ideias, estava gastando minha vida apagando incêndios e preenchendo planilhas. Quando percebi que a IA podia automatizar o que não importava, liberar meu tempo e me reconectar com o que realmente fazia sentido, não tive dúvidas. Era esse o caminho. E adivinha? Foi a melhor decisão que tomei.
Hoje, ensino pessoas com mais de 40 anos a fazer o mesmo. Gente que sempre acreditou que tecnologia era algo complicado ou distante demais, mas que agora vê a IA como uma chance de resgatar seu potencial criativo, ser mais produtivo e, acima de tudo, mais feliz. Porque, no fim das contas, não é sobre a tecnologia. É sobre o que você pode fazer quando ela tira o peso do “operacional” da sua vida.
Ah, e tem a melhor parte da minha vida: minha família. Sou pai da Juju, uma adolescente que me enche de orgulho todos os dias, e esposo da Adriana, minha parceira de boteco, de risadas, de vida. Eles são meu equilíbrio, minha razão, e – bem, não vou ser piegas aqui, mas você entendeu.
Essa é a minha história. Feita de fracassos, questionamentos e descobertas. E sabe o que é mais louco? No fim, os tombos e as dúvidas me trouxeram até aqui, onde finalmente faço o que amo: ensino e ajudo pessoas como você a descobrirem que nunca é tarde para virar o jogo. Então, a pergunta que fica é: o que você vai fazer com o seu próximo passo?